terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Terapeuta Ocupacional Portuguesa, homenageada postumamente a nível internacional

Conheça o testemunho da Terapeuta Ocupacional americana, Sarah Field.“As brincadeiras são o ginásio cerebral das crianças”. afirmação é de Sónia Lopes, terapeuta ocupacional, que garante que esta é a mais importante forma de desenvolvimento. Ávidos de informação, a criança desenvolve as suas competências através das brincadeiras, em especial com os brinquedos mais simples. Com estes conseguem inventar novas brincadeiras diariamente, sem que se deixem de surpreender. Mas é nos adultos, que as crianças encontram o seu “brinquedo preferido”. Deste modo, a terapeuta afirma que os pais devem ter mais tempo para brincar com os seus filhos e deixar que estes lhes ensinem as brincadeiras.
Ao terminar a sua intervenção, Sónia Lopes deixou uma mensagem a todos os pais: “Quando as crianças são pequenas ofereça-lhes raízes profundas. Quando crescerem, dê-lhes asas para poderem voar”.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Normas de apresentação de trabalhos no 6º Congresso Nacional de Terapeutas Ocupacionais

Tem sido grande a evolução dos saberes na área específica da Terapia Ocupacional, a nível europeu e mundial. Também no nosso País as boas práticas desenvolvidas pelos terapeutas ocupacionais têm conduzido progressivamente a uma Prática de Excelência.

De igual modo, o aparecimento de novas escolas onde é leccionada a ciência da Terapia Ocupacional, revela-se como um crescimento e desenvolvimento da nossa profissão a nível nacional.

Assim, a APTO está a organizar o 6º Congresso Nacional de Terapia Ocupacional, um espaço onde os terapeutas ocupacionais possam partilhar experiências, discutir e crescer em conjunto, contribuindo, desta forma, para o desenvolvimento e divulgação da Terapia Ocupacional.



O lema do congresso “Da Qualidade da Formação à Excelência da Prática” pretende ser abrangente e dar o mote para apresentações e discussão em torno da importância da formação académica e da necessidade permanente de uma prática de excelência desafiando os participantes a apresentar exemplos desta.


Desafia-mo-lo, pois, a participar neste congresso que estamos a organizar para si!
Venha partilhar a sua experiência com outros colegas e contribua activamente para fazer deste congresso, um sucesso apresentando um Poster ou uma Comunicação livre!

Conheça as normas de apresentação destes trabalhos aqui.





A Comissão Organizadora

Concurso de Criação de Brinde promocional do logótipo da Terapia Ocupacional


No âmbito do 6º Congresso Nacional de Terapia Ocupacional a Associação Portuguesa de Terapeutas Ocupacionais está a desenvolver um Concurso para de criação de Brindes promocionais do logótipo da Terapia Ocupacional. Este é direccionado a instituições onde existam Terapeutas Ocupacionais a exercer. Solicitamos que o divulgue na sua instituição e caso esteja interessado se proponha a participar.


Conheça as normas deste concurso aqui.


sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Concurso de Audiovisuais


No âmbito do 6º Congresso Nacional de Terapia Ocupacional a Associação Portuguesa de Terapeutas Ocupacionais está a desenvolver um Concurso de Áudio Visual sobre Terapia Ocupacional.

Este é direccionado a todos os interessados.


Conheça o Regulamento do Concurso de Audiovisuais aqui.
Faça o download da Autorização de Direitos de Imagem aqui.


domingo, 3 de janeiro de 2010

Para a U.S. News a Terapia Ocupacional é a quinta melhor carreira na Saúde, para 2010.

Occupational Therapist

As one of the 50 best careers of 2010, this should have strong growth over the next decade


America's Best Careers 2010: Healthcare

Consulte aqui o Top 10 das Carreiras de Saúde para 2010, nos Estados Unidos da América.


Conheça aqui o porquê da Terapia Ocupacional estar no quinto lugar do Top 10.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Conheça o Perfil do Terapeuta Ocupacional, aprovado em Assembleia Geral da APTO a 16 de Abril de 2005

O Terapeuta Ocupacional habilita para a ocupação, de forma a promover a saúde e o bem -estar. Com este objectivo, actua, em parceria com pessoas e organizações, para optimizar a actividade e a participação, tal como definidas pela World Health Organisation’s International Classification of Functioning and Disability (2002).
Promove a capacidade de indivíduos, grupos, organizações e da própria comunidade, de escolher, organizar e desempenhar, de forma satisfatória, ocupações que, estes, considerem significativas.
Entende-se por ocupação tudo aquilo que a pessoa realiza com o intuito de cuidar de si própria (auto-cuidados), desfrutar da vida (lazer) ou contribuir para o desenvolvimento da sua comunidade (produtividade). Estas ocupações podem ser tão elementares como alimentar-se ou vestir-se ou tão elaboradas como conduzir um carro ou desempenhar uma actividade laboral.
Para tal, estuda os factores que influenciam a ocupação humana, intervindo com pessoas de todas as idades, nas situações que comprometam ou coloquem em risco um desempenho ocupacional satisfatório e, consequentemente, restrinjam a sua actividade e participação.
Na sua abordagem, avalia e intervém ao nível da pessoa, da ocupação e do ambiente.
Intervém para desenvolver competências, restaurar funções perdidas, prevenir disfunções e/ou compensar funções, através do uso de técnicas e procedimentos específicos e/ou da utilização de ajudas técnicas ou tecnologias de apoio.
Na ocupação, analisa quais as exigências da mesma ao nível físico, cognitivo, afectivo e/ou social. Intervém adaptando a ocupação, através de procedimentos e equipamentos específicos, de forma a adequá-la às necessidades da pessoa.
No ambiente, avalia de que forma o mesmo pode contribuir para a função ou disfunção
ocupacional, i.e., se facilita ou inibe o envolvimento da pessoa nas ocupações.
Para tal, identifica os factores do ambiente (espaços, equipamentos, pessoas e cultura)
que influenciam o desempenho das ocupações. Intervém nos ambientes físico e social, de forma a remover barreiras e fomentar os aspectos facilitadores da participação em ocupações.
Pode, também, intervir ao nível da concepção e/ou adaptação de espaços- habitacionais, institucionais, comunitários e urbanos.
Pode, ainda ao nível conceptual, participar no planeamento e gestão de pessoal, material, equipamentos e políticas de desenvolvimento, na organização onde se encontre integrado.
A sua abordagem é centrada na pessoa e na ocupação e baseia-se num ciclo de resolução e problemas. Deve actuar de acordo com normas éticas e deontológicas próprias, assegurando o respeito pelos valores da pessoa, promovendo a participação activa desta e/ou da família/cuidadores no desenvolvimento do programa de intervenção que lhe diz respeito, tendo em conta o seu projecto de vida.
Actua integrado em equipas multidisciplinares, com total autonomia, em complementaridade com os restantes elementos e/ou utilizando uma metodologia transdisciplinar, de acordo com o programa de intervenção e a organização onde está integrado. Pode, também, ter uma actuação individualizada.
Desenvolve investigação e produz saberes, no âmbito da ocupação humana e dos factores com ela relacionados, contribuindo para o desenvolvimento da profissão.

Referências bibliográficas:
- American Ocupational Therapists Association (2002). Occupational Therapy Practice Framework. Domain and Process. Bethesda: AOTA, Inc.
- Canadian Association of Occupational Therapists (1998). Enabling occupation: An Occupational Therapy perspective. Toronto: CAOT.
- World Federation of Occupational Therapists (2002). Minimum Standards for the education of
occupational therapists. Forrestfield: WFOT.
- World Health Organisation. (2002). International Classification of Functioning and Disability. Geneva: WHO.
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Faça o download do Perfil do Terapeuta Ocupacional em PDF aqui.